Este gênero engloba espécies silvícolas similares às espécies do gênero Phyllomyias. Algumas apresentam hábitos solitários enquanto outras acompanham bandos mistos de pássaros insetívoros, principalmente em bordas de florestas. Seus ninhos em forma globular e com entrada circular lateral, são fixados em galhos entre 2 a 6 metros do solo, ou ainda mais alto.
A borboletinha-baiana mede 12 centímetros.
Vive em florestas em altitudes entre 750 e 1200 metros. Ocupa o estrato superior das florestas e segue bandos mistos.
Ocorre no Sudeste da Bahia.
A cara-pintada mede 12 centímetros.
Habita as florestas residuais montanas em altitudes entre 400 a 550 metros. Seus hábitos são similares aos descritos para maria-pequena(Phylloscartes sylviolus) e cara-dourada(Phylloscartes roquettei), com os quais parece formar uma superespécie, apesar de sua plumagem mais modesta.
A espécie esta ameaçada pela perda do habitat. Endêmica do estado de Alagoas.
Não registro dessa espécie no site
O barbudinho-do-tepui mede 12 centímetros.
Comum nos estratos médios e baixos de florestas montanas úmidas e nos bambuzais, aparecendo em bandos familiares de 3 a 4 indivíduos. Inspeciona ativamente os galhos e as folhagens à procura de insetos em bandos mistos.
Típico dos tepuis venezuelanos na fronteira com o Brasil, aparece no estado do Amazonas, no pico da Neblina e na região de Parima.
O estalinho mede 11 centímetros. Apresenta plumagem verde acinzenta com uma proeminente mancha supraloral e anel periocular brancos.
É encontrado na Mata Atlântica Montana em altitudes entre 900 a 2150 metros. Vive oculto no sub-bosque e no estrato baixo, em meio a um emaranhado da vegetação e de fetos arborescentes ou em bambuzais densos.
Espécie endêmica da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira.
O barbudinho mede 12 centímetros. Espécie incomum, com distinto padrão de marcas contrastantes.
Vive em bordas de florestas úmidas acima de 1000 metros de altitude. Acompanha bandos mistos pelo dossel e pelo estrato alto. Seus hábitos e comportamentos não são bem conhecidos.
Aparentemente não se trata de uma ave migratória.
A maria-da-restinga mede 12,5 centímetros. Semelhante a borboletinha-do-mato(Phylloscartes ventralis) na coloração da plumagem.
Frequenta o dossel de bordas de restingas arbóreas, florestas esparsas, capoeirões e bordas de matas secundárias próximas ao nível do mar. Vive solitário ou aos pares e acompanha bandos mistos.
Endêmica do Sul e do Sudeste.
Não há registro dessa espécie no site
A maria-de-testa-preta mede 13 centímetros. Distingue-se das espécies do gênero Phylloscartes pelo tom escuro da fronte.
Habita matas nebulares entre 800 e 1800 metros de altitude.
Ocorre na fronteira com a Venezuela, no Cerro Urutani em Roraima.
O papa-moscas-de-olheiras mede 13 centímetros. Apresenta distinta marca facial em forma de meia-lua.
Vive nos estratos médios e baixos e nas bordas das matas. Na Mata Atlântica é visto acompanhando bandos mistos. Substitue não-pode-parar(Phylloscartes paulista) em altitudes entre 500 a 900 metros.
Ocorre na Serra do Mar e da Mantiqueira, e também, do sul da Bahia até Santa Catarina.
Não-pode-parar mede 10 centímetros.
Substitue o papa-moscas-de-olheiras(Phylloscartes oustaleti) em altitudes entre 0 e 400 metros na Serra do Mar e raramente acima de 1000 metros de altitude. Forrageia solitário no estrato superior e segue bandos mistos.
A cara-dourada mede 12 centímetros. Distingue-se de outras espécies do gênero Phylloscartes pela testa e região supraloral ocres.
Vive em florestas secas, matas de galeria, áreas de lajedos e enclaves rochosos.
Ocorre próximo aos rios do Vale do São Francisco, em Minas Gerais.
Esta espécie endêmica está ameaçada de extinção pela perda de seu habitat.
A maria-pequena mede 11 centímetros. Diferencia-se de outras espécies do gênero pelas partes inferiores branco-acinzentadas e pela íris alaranjada.
Acompanha bandos mistos pelo dossel das matas secundárias altas ou em matas primárias, capturando insetos em curtos voos e consumindo pequenos frutos. Habita florestas úmidas acima de 1200 metros de altitude.
Espécie endêmica do Sul e do Sudeste.
A borboletinha-do-mato mede 12 centímetros. Diferencia-se das espécies do gênero pela plumagem ocre-olivácea e asas com distintas bandas e estrias claras.
Normalmente é encontrada em montanhas, onde florestas úmidas e densas estão presentes. Fica no sub-dossel ou pelo estrato médio da floresta.
Presente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Fora do Brasil pode ser encontrada na Argentina, Bolívia e Peru. Tem hábitos migratórios, durante o inverno é mais comum no norte de sua localização, ou seja, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. E no verão é mais visível no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
A borboletinha-guianense mede 13 espécies. Espécie de plumagem verde-oliva uniforme.
Habita matas de transição e outras formações florestais sobre os solos arenosos.
Ocorre no nordeste da Amazônia.